Fim da consulta rápida?
Quem já não esperou um tempão pela consulta médica e foi despachado da sala do médico em menos de dez minutos após entrar?Tomara que agora cumpram as recomendações do novo código de ética médica publicado na última quarta-feira (23), no Diário Oficial da União, de que não devem se submeter à pressão de hospitais e clínicas para atender maior número de pacientes por jornada. O paciente também tem direito a informação sobre a própria saúde e às decisões sobre o tratamento, sempre em parceria com o médico. Pelo código de ética os médicos não podem vender medicamentos ou ganhar comissão da indústria por produtos que recomendar.
Escrito por Maria Inês Dolci às 13h48
Nivelado por cima
As tarifas bancárias para as pessoas físicas nos bancos estatais subiram 9,2% entre maio de 2008 e julho de 2009, enquanto os bancos privados reduziram o valor em 23,6%. Estudo da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda mostra que as instituições financeiras nivelaram para cima os valores cobrados antes de entrar em vigor as regras do Banco Central, que padronizou as tarifas, no ano passado. No caso da abertura de cadastro, o correntista teve que arcar em média com a alta de 313% no período. Enquanto um simples extrato mensal de conta corrente e de poupança no caixa eletrônico apresentou a variação de 231%. A renovação cadastral proibida hoje pelo BC, variou 104% no período.Com certeza a padronização dos serviços foi positiva, mas houve reajuste generalizado antes do pacote de serviços essenciais começar a vigorar. E pior que o correntista não tem saída, pois é um setor cada vez mais concentrado.
Escrito por Maria Inês Dolci às 17h02
Sem chance de estudar
Escrito por Maria Inês Dolci às 12h04
O que há com os planos de saúde?
A se confirmar a intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar, chamada direção fiscal, na Unimed Paulistana, ficará difícil a situação de 1,3 milhão de usuários. Cada vez o consumidor tem menos opção nessa área. Nem por isso o consumidor deve arcar com a liberação dos reajustes do setor como pretende a ANS futuramente. Hoje o consumidor enfrenta dificuldades para atendimento ágil e a demora muitas vezes pode colocar em risco sua saúde e até sua vida.
Escrito por Maria Inês Dolci às 10h18
Polêmica da banana
Acho que não é preciso tanta polêmica em torno da determinação da venda da banana por quilo, em São Paulo. Foi a mesma discussão quando começou a obrigação de vender o pãozinho por quilo na padaria e não mais por unidade. Acho legal haver um parâmetro, pois havia várias formas na venda e o consumidor não tinha como comparar. Lógico que se o consumidor pagava por uma dúzia de banana grandes mais barato do que desembolsaria na compra por quilo, haverá prejuízos. Mas a venda já era por quilo nos supermercados e nem por isso se desembolsava mais que nas feiras. Acho que a questão do hábito é que está gerando esta celeuma toda. Para quem está acostumado ainda pode pedir pencas, cachos ou dúzias, mas é obrigatório que a fruta seja pesada antes de ser comprada.
Escrito por Maria Inês Dolci às 14h40
De olho no extrato
Fique de olho em seus extratos bancários porque depois da decisão do Banco Central (BC) de revogar a cobrança da tarifa de renovação de cadastro nada garante que os bancos não lancem nova tarifa para manter a receita. Essas taxas chegavam a custar até R$ 100 por ano para os correntistas.Como a taxa de abertura de cadastro não foi proibida coitado de quem for abrir uma conta, pode ter aumento dos valores atualmente cobrados. Porque como sabemos, banco lucra sempre.
Escrito por Maria Inês Dolci às 11h44
Mico a vista
Não vejo vantagem para o consumidor brasileiro a regularização de produtos vindos do Paraguai, por meio dos sacoleiros, como pretende a Receita Federal. Aliás é um retrocesso, afinal, vamos dar aval para produtos de baixa qualidade que não precisarão respeitar o que determina o CDC? Mesmo que os preços sejam mais baixos, o consumidor corre o risco de aquirir produtos que, em caso de defeitos não terão garantia, nem assistência técnica. Será que vale o risco?
Escrito por Maria Inês Dolci às 15h06
De mal a pior
Vão de mal a pior serviços que apresentam falhas reiteradas como é o caso da telefonia fixa. De novo o paulistano ficou sem poder ligar até para telefones de emergência, hoje, em pleno horário do temporal. Quantos chamados de socorro não puderam ser atendidos pelos bombeiros, por exemplo? Essas interrupções já haviam ocorrido há três meses depois que uma pane na rede causada por falha humana deixou telefones mudos no Estado. A Anatel, como sempre, procura amenizar a situação e diz que não houve pane generalizada, mas algumas chamadas para números fixos e celulares não se completavam no período em que São Paulo foi atingida por forte chuva na parte da manhã.O consumidor pelo jeito não tem mesmo como contar com tal agência.Em casa e no trabalho a única forma foi se comunicar pelo celular, pois os fixos não funcionavam e a pane durou horas.
Escrito por Maria Inês Dolci às 16h05
Entrega com hora marcada
Quantas vezes já não perdemos o dia de trabalho, ou algum compromisso, esperando a entrega de mercadoria que não chegou na data combinada, apesar de constar por escrito no pedido da compra? Para acabar com essa tortura foi aprovado projeto pela Assemlbéia Legislativa de São Paulo mas que aguarda ser sancionado, prevendo data e horário marcada para entrega do produto ou execução de serviços contratados. A empresa que descumprir o combinado será multada. Muito bom acabar a situação atual em que parece que o fornecedor está fazendo um favor, quando não é mais do que a obrigação entregar conforme o combinado.
Escrito por Maria Inês Dolci às 14h47
Não vamos deixar essa moda pegar
A cobrança por lanches em voo da Gol sem que os passageiros tivessem sido avisados previamente tinha mesmo que gerar confusão como a que ocorreu na rota Recife-São Paulo no final de semana. O consumidor tem direito a informação prévia e na compra da passagem nada foi informado. Caberá ao consumidor rejeitar ou aceitar a novidade, mas tomara que essa moda não pegue. Tudo bem que as barrinhas e amendoim servidos até agora não são suficientes, mas não precisava exagerar. Acho que nada melhor que a concorrência para resolver esta questão. No exterior as empresas que cobram pelos lanches a bordo têm bilhetes mais baratos. Não é o caso aqui.
Escrito por Maria Inês Dolci às 06h47
