Coletivos na mira
Cada vez menos interessadas em oferecer os planos de saúde individuais, que são controlados pela Agência Nacional de Saúde, as operadoras estimulam a contratação dos coletivos, cujos reajustes são negociados entre as partes. É uma forma de burlar a legislação. Para o consumidor que junta os membros da família para contratar este tipo de plano achando que está fazendo um bom negócio, o baque vem quando precisa usar muito os serviços contratados e a operadora rescinde unilateralmente o contrato, caso não aceite pagar mais. Agora a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) formou um grupo de técnicos para discutir mudanças na regulação. Esperamos que a situação melhore.
Escrito por Maria Inês Dolci às 11h55
Mudança de planos
Há quem terá que mudar o planejamento das férias de julho no exterior, caso tenha comprado passagem para o México, Madri e Paris pela Varig. Como a empresa suspenderá os vôos para essas rotas, esses passageiros terão que solicitar o reembolso ou reacomodação em vôos de outras companhias. Transtorno à vista. Por ser um período de alta temporada, pode ser difícil conseguir a reacomodação para a mesma data anteriormente planejada.Quem perde é o consumidor que tem cada vez menos opção no mercado. Agora com a Varig deixando de operar sua última rota intercontinental, a Tam amplia sua hegemonia. Para o México a Varig suspenderá os vôos a partir de 11 de maio, para Madri a partir de 12 de maio, e para Paris, a partir de 9 de junho.
Escrito por Maria Inês Dolci às 10h55
