Preços em alta
A alimentação ajudou a puxar o custo de vida, em 2007, para 4,8%, em São Paulo, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Nada similar à hiperinflação do passado, mas que deve provocar, no consumidor, muita atenção e cuidado. Atenção, porque não temos mais os reajustes salariais automáticos a cada vez que a inflação dispare. Logo, índices aparentemente pequenos, comparados aos tempos de carestia feroz, hoje pesam muito, pela estabilidade dos salários. Cuidado na hora de comprar. Compare preços, pechinche, evite produtos cujos preços disparem em determinados períodos do ano. Substitua alimentos, sempre que possível, pois o reaquecimento da economia, que produz ganhos como a redução do desemprego, também costuma pressionar preços. Não podemos permitir que especuladores se aproveitem do crescimento para aumentar suas margens de lucro, quando os salários sobem mais lentamente.Escrito por Maria Inês Dolci às 14h48
De olho no crédito fácil
As novas regras para empréstimos consignados aos aposentados comprovam o que sempre defendemos: é preciso muita cautela para não se endividar atraído pela oferta de crédito fácil. Agora que muito aposentado está encalacrado, sem conseguir quitar os financiamentos feitos, a Previdência baixou para 20% o limite de endividamento. Controlar o orçamento é fundamental, principalmente com as ofertas de cartões de crédito consignado que, apesar de não cobrarem anuidade, têm taxa de até R$ 15 para despesa com a confecção do cartão.
Escrito por Maria Inês Dolci às 14h19
