Por pedágios mais baratos
Se as novas concessões para exploração de pedágios em rodovias federais foram negociadas com tarifas tão baixas, será preciso reexaminar os velhos contratos e, naturalmente, reduzir a diferença ou igualar os pedágios. O bolso do consumidor agradece se o governador José Serra revisar o quanto antes os contratos de concessão de rodovias paulistas, que têm os pedágios mais caros do País. Não há justificativa para uma disparidade tão grande, mesmo com o argumento de que as empresas comprometeram-se a realizar investimentos em prazos curtos, quando obtiveram a concessãoEscrito por Maria Inês Dolci às 08h40
Falsa tranqüilidade
O governo se vale de vários tipos de ameaças e artifícios, preocupado em aprovar a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, disse que a proposta de prorrogação precisa ser aprovada no Senado para que dê tranqüilidade ao cidadão brasileiro, para manutenção dos projetos e das ações sociais do governo, já que boa parte dos recursos se destina à saúde e aos programas sociais. Tranqüilidade o cidadão teria se realmente os recursos arrecadados pela CPMF se refletissem na melhoria dos serviços de saúde como era a proposta inicial quando foi criada. Infelizmente não é o que se vê.
Escrito por Maria Inês Dolci às 06h38
Mau gosto
Ou a Claro suspende o serviço de mau gosto que lançou ou será acionada pelas entidades de defesa do consumidor. É absurdo a empresa cobrar R$ 0,95 para enviar um trote, por meio de um torpedo, em que se abusa de estereótipos e de preconceito. Quem é cliente da empresa recebeu ligação gravada da Claro comunicando a disponibilidade do serviço, além de mensagem. Uma empresa séria não precisa se prestar a esse papel.
Escrito por Maria Inês Dolci às 02h10
Canais de conciliação
Vamos esperar que as empresas aéreas respeitem mais os direitos dos passageiros ou terão que manter uma estrutura permanente para dar conta das demandas que entrarão nas cinco unidades de juizados especiais cíveis inauguradas nos aeroportos de Congonhas e Cumbica,
Escrito por Maria Inês Dolci às 10h47
Vai sobrar para nós
Nada tranqüilizadora a possibilidade de termos racionamento de energia elétrica nos próximos anos como admitiu o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman. Mesmo que o problema fique restrito aos consumidores livres, ou seja, os industriais, como alegou, haveria reflexo nos preços dos produtos de tais segmentos. Ou seja, sempre sobra para nós pagarmos a conta. Por que não agir enquanto é tempo para prevenir tal dano?
Escrito por Maria Inês Dolci às 10h38
