PAC2, o vôo
Um em cada quatro vôos estava atrasado, nesta sexta-feira, já antes do feriadão, nos aeroportos brasileiros. Surpresa? Não, isso vem ocorrendo, a cada feriado prolongado - e às vezes, até em dias comuns -, desde outubro de 2006. Uma rotina, portanto. Alguém responderá por isso? Haverá cobranças? Duvido. Estamos em um período em que vale mais o que se fala, e o que se apresenta como verdade, do que de providências que resolvam os problemas. Quem sabe não será criado um PACAÉREO? Falando nisso, o que houve com o anúncio das empresas aéreas, de que haveria um esquema especial de carnaval? As recomendações aos passageiros que sofrerem esses percalços - atrasos ou cancelamentos de vôos, perda de bagagem etc - são as de sempre: anote os horários dos vôos (o direito, e o de fato), cobre um tratamento, no mínimo, respeitoso, e fotografe ou filme o caos. Até que chegue o PAC2, o vôo.
Escrito por Maria Inês Dolci às 14h52
Queixa une torcidas
Os times são diferentes mas na hora da queixa as torcidas se uniram.Centenas de torcedores do São Paulo, Internacional e Vasco da Gama estão se mobilizando junto às entidades de defesa do consumidor para reclamar da qualidade das camisas oficiais dos times, todas feitas pelo mesmo fabricante. Alegam já ter pedido providências à Reebok,que prometeu mudar o material e o processo de fabricação, mas as reclamações persistiram. A empresa respondeu para alguns torcedores que os problemas foram causados por eles mesmos, por não seguirem as instruções de lavagem. No começo os trocedores alegam que até conseguiram a troca, mas agora se mobilizam para melhorar a qualidade das camisas que desbotam facilmente.Uma empresa de renome como essa tem a obrigação de verificar o que está acontecendo e, se for o caso, recolher o produto do mercado para trocar por um de qualidade, ou devolver o dinheiro.Escrito por Maria Inês Dolci às 15h22
Como perder o cliente
Tudo aquilo que a gente sente na pele quando precisa recorrer a uma central de atendimento de empresa para resolver um problema foi confirmado em pesquisa da TNS InterScience: excessivo tempo de espera, tanto para ter atendimento pela voz humana como para entender o menu, atendentes sem qualificação adequada, além da falta de agilidade na resolução de problemas. Só que o descontentamento foi avaliado junto às empresas contratantes desses serviços. Realizada junto a 64 empresas de grande porte dos setores de serviços, financeiro, de consumo e de telecomunicações, a pesquisa constatou que mais da metade das companhias entrevistadas (54%) está insatisfeita com os serviços oferecidos pelos contact centers. As empresas se queixam da incapacidade do atendente de aproveitar as ligações para gerar negócios, pois em grande parte das vezes esses serviços parecem funcionar mais para perder o cliente.
Escrito por Maria Inês Dolci às 10h25
